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Recuperação

Prática do bocha adaptado gera benefícios físicos e sociais para deficientes

“Sem exigir muito esforço, o esporte foi fazendo parte da minha vida. Estimulando minha capacidade visomotora e instigando a necessidade de pensar e agir rápido”.

José Carlos e Ivanildo após um de treino do bocha

Considerada uma forte aliada na recuperação de pessoas com deficiência (PcD), o bocha adaptado é um esporte ainda em ascensão, principalmente na categoria desportiva. Modalidade antes praticada apenas por pessoas com paralisia cerebral ou indivíduos que tinham os quatro membros comprometidos e fazia uso de cadeiras de rodas; hoje o bocha é indicado para pessoas com outras deficiências, desde que similares à paralisia ou tetraplegia.

Não é novidade que a prática de esportes promove bem-estar e melhorias na qualidade de vida. PcD se beneficiam ainda mais com o hábito esportivo, pois desenvolvem, além do condicionamento físico e motor, sentimentos de segurança, cooperação e aprendem a conviver com conquistas e frustrações.

É o caso do para-atleta Bruno Henrique Guimarães, de 23 anos. Bruno teve paralisia cerebral devido à falta de oxigenação no cérebro durante o parto. Essa condição teve como consequência o comprometimento dos movimentos das pernas, afetando a sua coordenação motora e fonação. Com grandes problemas no controle dos seus movimentos, o para-atleta resolveu praticar a bocha.

“Sem exigir muito esforço, o esporte foi fazendo parte da minha vida. Estimulando minha capacidade visomotora e instigando a necessidade de pensar e agir rápido, o jogo também contribuiu em meu processo de reabilitação e inserção na sociedade”, explica Bruno.

São muitos os benefícios nos aspectos físicos e sociais que a atividade física proporciona. Pode-se afirmar que o principal deles está relacionado com o restabelecimento da autoestima do indivíduo e, consequentemente, com a diminuição da depressão provocada pelo impacto da nova realidade que o espera, nos casos de lesão adquirida, facilitando a sua reintegração à sociedade.

De acordo com a estudante do oitavo período do curso de Fisioterapia da UFPE, Aline Barros, a bocha tem colaborado muito para a vida das pessoas. “A modalidade tem contribuído bastante para o desenvolvimento das habilidades e da inteligência. Os praticantes passaram a ter decisões e opiniões próprias, sem depender o tempo todo de alguém”, enfatiza. A estudante ainda afirma que isso acontece devido a confiança que eles adquirem depois que entram no esporte.

José Carlos, de 41 anos, e Ivanildo, de 36, também são praticantes da bocha. José Carlos ficou paralítico por causa de uma doença congênita e Ivanildo sofreu paralisia. Eles iniciaram a prática do esporte há pouco mais de quatro meses e já sentem a diferença em seus movimentos e na vida social. “Sempre fui uma pessoa muito fechada, não era de muita conversa. Tinha vergonha de andar de cadeira de rodas. Hoje praticar a bocha me fez perceber que posso ser uma pessoa normal. Fiz amigos e até arranjei uma namorada”, diz Ivanildo.

Para o professor de Educação Física Maurílio Tenório de Oliveira, não há melhor alternativa para uma reabilitação do que o esporte. “Todo deficiente passa pela fase de rebeldia (onde não aceita a deficiência), fase de adaptação (onde a pessoa procura métodos para a superação) e fase de reconhecimento (onde já obtém resultados e melhorias). Eles estão se dando muito bem”, comenta o professor que auxilia os praticantes do bocha há um ano.

“Não é preciso muito. Acredito que por meio de um tratamento de forma igualitária, no sentido de todos adquirirem uma vida profissional e social independente, compreendendo seus direitos e deveres como cidadãos, e estimulando a prática esportiva, podemos colaborar para uma melhoria de vida dos deficientes. É isso que nós da Universidade Federal de Pernambuco buscamos para os nossos atletas”, desabafa o professor.

Superação

Natação ajuda a superar deficiência

Esporte entrou em 1960 na primeira paraolimpíada, realizada em Roma, e desde então vem mudando a vida de pessoas.

Luís, esperando resultado oficial

Considerado um esporte completo por tonificar os músculos do corpo e não causar impactos nas articulações, a natação é uma forte aliada na superação de pessoas com deficiência (PcD), pois devido às facilidades e aos benefícios proporcionados pela execução do movimento do corpo dentro da água, o esporte desenvolve o condicionamento aeróbio, a coordenação motora e reduz a fadiga muscular.

“Para indivíduos com deficiência física, o exercício na água significa muitas vezes um momento de liberdade. Este movimento livre proporciona a possibilidade de vivenciar suas limitações e de experimentar suas potencialidades”, explica a estudante do oitavo período do curso de Fisioterapia da UFPE, Aline Barros.

Em 1960 a natação entrou na primeira paraolimpíada, realizada em Roma, e desde então vem mudando a vida de muita gente. Na época, não se imaginava que ela poderia proporcionar tantos benefícios, mas hoje o esporte já tem uma grande repercussão nos seus resultados. Além de todos os melhoramentos físicos, esta modalidade auxilia também nos aspectos psíquicos e terapêuticos.

Foi assim com o recordista mundial Luís Silva, de 29 anos. Deficiente desde que nasceu, o atleta procura não deixar que a deficiência seja um impedimento em sua vida. “Fui criado e educado sem qualquer restrição. Lá em casa, eu não era o coitadinho. Era tratado como meus irmãos, sem nenhuma diferença. E isso foi muito bom, além disso, nunca deixei de fazer nada que eu quisesse. Sou deficiente, mas não sou diferente”, desabafa.

Luís começou a nadar para passar o tempo aos 13 anos. “Eu largava do colégio e ficava esperando minha irmã terminar as aulas de balé. Sempre fui um rato de piscina e nunca tive problemas com a água, mas a dificuldade foi convencer o professor a me treinar. Sem saber lidar com a deficiência, o professor do colégio teve receio por não saber o que fazer. Então eu disse a ele: me coloca dentro da água e a gente vê o que faz”.

Quem pratica algum esporte está sempre em busca de melhoria em algum aspecto. E a natação paraolímpica, de acordo com os próprios atletas e professores, oferece todos os benefícios que uma PcD precisa. O ex-treinador Manoel Souza diz que a natação é uma atividade completa, pois todos os seus movimentos contribuem para áreas diferentes. Por ser um esporte aquático, a natação paraolímpica facilita a locomoção, auxilia no equilíbrio estático e dinâmico, e proporciona ao atleta a sensação de liberdade.

Luís Silva tem amputação congênita até o tornozelo na perna esquerda, até o joelho na perna direita e abaixo do cotovelo no braço esquerdo. Mesmo assim ele foi longe. Ganhou várias medalhas em campeonatos estaduais e nacionais, bateu quatro recordes mundiais e se diz “fominha” de medalhas. “Por ser deficiente, eu sempre quis provar que era capaz. Sempre quis ganhar tudo”. O atleta é do Rio Grande do Sul, mas veio morar no Recife desde 1994. Assistindo à televisão, ele viu Ivanildo Vasconcelos se preparando para os Jogos de Atlanta e decidiu levar a sério a natação, para competir na paraolimpíada de Sydney, realizada em 2000. Luís foi e ganhou três medalhas de prata.

Luís leva uma vida normal como qualquer pessoa. Estudante de Educação Física, o atleta diz não se importar com os olhares da sociedade.“Conviver com a deficiência não é tarefa fácil. O preconceito e a discriminação ainda existem. Mas é preciso encará-la e levar a vida adiante. A gente tem que aceitar primeiro a deficiência e ir atrás do que quer. Não ter vergonha”, diz Luís.

Participam da natação atletas com deficiência física e visual, divididos em categorias masculinas e femininas por tipo de deficiência. As regras gerais não diferem muito da natação convencional. Porém, na natação paraolímpica, existem adaptações (nas saídas, nas viradas e nas chegadas, há orientação para os deficientes visuais) que devem ser respeitadas para que os participantes consigam realizar a atividade. A distinção para cada competição se dá com a classificação de cada deficiência – S1 / SB1 / SM1 a S10 / SB9 / SM10 (deficiente físico-motor), S11 / SB11 / SM11 a S13 / SB13 / SM13 (deficiente visual), S14 / SB14 / SM14 (deficiente mental).

Vitória

Atletismo: exemplo de vitória no esporte e na vida

“Meu sonho era poder correr, sentir o vento batendo no meu rosto, mas tinha muito medo de cair. Hoje eu pratico corrida e sou a pessoa mais feliz do mundo. Agora sou capaz de fazer qualquer coisa”.

Suely Guimarães no Engenhão – Parapan – Americanos

Presente no cotidiano, pois é composto por atividades feitas no dia a dia como correr, pular e arremessar, o atletismo é uma modalidade de fácil acesso, uma vez que não necessita de outros equipamentos para praticá-lo. A modalidade tem sido uma ótima alternativa para superar a deficiência. Para deficientes visuais, as provas devem ser feitas com a ajuda de um guia, atleta que auxilia o deficiente na execução da atividade.

As provas incluem corridas de velocidade (100, 200 e400 metros), corridas de meio-fundo (800 e1.500 metros), corridas de fundo (5.000 e10.000 metros), corridas de revezamento (4×100 e 4×400 metros), corridas de pedestrianismo (provas de rua e maratonas), saltos (triplo, distância e altura), arremessos e lançamentos (peso, dardo, disco e martelo), e provas combinadas (pentatlo – disco, peso, 100, 1.500 e distância).

Para participar de uma prova voltada para deficientes visuais, os atletas passam por um processo de elegibilidade. São considerados cegos os que necessitam de instrução em Braille e, portadores de visão reduzida, os que conseguem ler textos ampliados ou com ajuda de recursos óticos. Roberta de Souza Menezes, conhecida como Berta, teve retinopatia da prematuridade e já nasceu cega. Esta doença ataca crianças nascidas com peso inferior a 1.500 gramas ou com menos de 32 semanas de gestação.

Como já nasceu com a deficiência, Berta considera o processo de aceitação e superação mais fácil. “Cresci cega e isso facilitou algumas coisas. Aprendi a me virar sozinha desde cedo. Nunca gostei de depender de outras pessoas. Isto me fez correr atrás dos meus sonhos”, diz.

Com 28 anos, Berta é casada e trabalha como recepcionista de um escritório de contabilidade. “Eu estava satisfeita com a minha vida, mas tinha a sensação de que faltava algo. Foi quando uma amiga (deficiente física) me apresentou o atletismo. Pratico-o apenas como um exercício, mas não penso em largá-lo nunca mais”. Além de se sentir mais disposta, afirma que o esporte a ajudou na superação de seus medos. “Meu sonho era poder correr, sentir o vento batendo no meu rosto, mas tinha muito medo de cair. Hoje eu pratico corrida e sou a pessoa mais feliz do mundo. Agora sou capaz de fazer qualquer coisa”.

Com a ajuda do seu guia, Berta conseguiu conquistar o seu desejo. Presa a uma corda que fica entre a sua mão e a mão do profissional, ela corre em disparada e mostra toda a sua habilidade na prática do esporte. O guia tem um papel imprescindível para essas pessoas – a tarefa de conduzir o deficiente em todo o seu deslocamento. Trata-se de uma função que requer muito preparo físico e profissionalismo.

Ainda sobre os benefícios trazidos pelo atletismo, o professor de Educação Física, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Luís Carlos, alerta sobre as dificuldades encontradas no esporte e também sobre as lesões causadas pela forma incorreta da prática desta modalidade. “As maiores dificuldades encontradas em um deficiente visual são insegurança, falta de controle e equilíbrio. Quando o esporte é praticado de forma correta, é possível ver em poucos dias as melhorias. As pessoas se socializam mais rápido, desenvolvem sua parte física, tornam seus movimentos naturais, proporcionando uma melhor orientação, locomoção e mobilidade”. Luís complementa: “As lesões podem ser muito sérias, de uma simples queda a uma contusão mais grave. Além de machucar o atleta, elas podem causar traumas irreversíveis. A falta de aquecimento, o exagero nos exercícios ou até mesmo a irregularidade do solo podem provocar sérias lesões traumáticas”.

Foi o caso da paraplégica, Roseane Cordeiro, 35 anos, praticante do atletismo há dois anos, a atleta, que também é surda e muda, teve um estiramento no braço esquerdo devido a uma comunicação deficiente, não conseguiu compreender as orientações dadas caiu e foi lesionada.

Ainda se recuperando da lesão, Roseane diz, por meio do seu treinador,

Roseane realizando o aquecimento

que hoje não têm problemas com seus saltos, consegue desenvolvê-los de forma correta, apesar de sentir dificuldades no começo. A atleta que precisava antes da ajuda do seu irmão, que também fala a língua dos sinais, para praticar o atletismo, agora conta com seu treinador, que já consegue compreender e passar as devidas recomendações na hora dos saltos.

O esporte é indicado para todas as idades e para qualquer condição física. Com crianças de cinco a sete anos, existem algumas restrições. Os movimentos são trabalhados através de jogos – corridas, saltos e arremessos, fazendo com que as crianças deficientes se acostumem com as atividades. Dependendo do crescimento e do rendimento da criança, inicia-se o trabalho de atletismo. O esporte já é levado mais a sério, mas na maioria das vezes é só na fase adulta que a modalidade pode ser vista profissionalmente.

Por não ter restrição em termos de deficiência, o atletismo também é praticado por deficientes físicos. A para-atleta Suely Guimarães é um exemplo desta modalidade. Campeã em várias paraolimpíadas, pratica arremesso de peso. Pernambucana, de São José do Belmonte, perdeu as duas pernas quando tinha apenas sete anos. Ela foi atropelada na calçada por um motorista bêbado. Em entrevista a um site, disse que todas as suas vitórias foram conquistas muito importantes. “Todas as medalhas são importantes para mostrar que o esporte paraolímpico está tendo grande visibilidade. Mas o melhor de tudo é a minha superação como pessoa”, diz a para-atleta.

O guia é um profissional que trabalha juntamente com o atleta deficiente visual. Esta função não é para qualquer pessoa. Além de atleta, ele é também uma pessoa de confiança (“os olhos do atleta cego”). O desempenho final do esportista sempre depende da performance do guia. Reginaldo Lima, de 35 anos, é guia desde 2006. Sempre foi atleta e corria por hobby. Então foi convidado por um professor de Educação Física para exercer esta função, devido ao seu preparo físico.

“Para mim não mudou muita coisa. Continuo correndo como antes, só que agora sou responsável por outra pessoa. Mas a pessoa cega precisa ter confiança em seu guia. E isso eu conquistei. Precisei conhecer as regras do atletismo para me aperfeiçoar. É bom se sentir útil para alguém”.

Além de confiança, o profissional deve passar calma e segurança. Seu trabalho começa desde o aquecimento e se estende até as competições. Nelas, ele deve usar um colete da cor laranja, para facilitar a identificação. O guia tem que ser presente no dia a dia do atleta. A convivência é imprescindível para se obter o melhor resultado.

Alto Custo

Prática do Basquetebol sobre rodas é limita devido ao custo

O que encarece a prática do esporte é a cadeira de rodas feita especialmente para o basquete.

Equipe de cadeirantes de Teresina

Praticado por lesados medulares, amputados e atletas com poliomielite de ambos os sexos, o basquetebol sobre rodas, mantém praticamente as mesmas regras do basquetebol convencional, sofrendo apenas algumas adaptações. Entre elas, o uso da cadeira de rodas, que se torna o principal empecilho para a prática desse esporte em Pernambuco, devido ao seu custo muito alto.

O que encarece a prática do esporte é a cadeira de rodas feita especialmente para o basquete. O instrumento é todo adaptado para evitar qualquer acidente e é feito, na maioria das vezes, sob medida para o jogador. O custo de uma cadeira de rodas desportiva varia de R$ 2.000 a R$ 4.500, dependendo da necessidade do usuário.

“A cadeira tem que ser a melhor possível. O deficiente precisa de segurança para praticar o basquete e a cadeira de rodas é o seu instrumento de locomoção. As cadeiras são conhecidas como desportivas e possuem características que as tornam mais leves e aerodinâmicas. A maioria delas já possui uma roda anterior, posicionada atrás do assento e rebaixada como medida de segurança, a fim de evitar quedas. Elas não possuem travões e a “viragem” das rodas para 360º pode ser feita apenas com uma mão”, explica o vendedor de cadeiras de rodas desportivas, Romero Fernandes.

Com 30 anos, o para-atleta, Kiko, como preferiu ser identificado, com nove meses de idade adquiriu poliomielite, em consequência teve a perna esquerda paralisada e com isso precisou usar muletas para se locomover. Após uma queda durante o banho, teve o fêmur quebrado e precisou usar cadeira de rodas. Aos 15 anos, Kiko foi convidado por um amigo, também cadeirante, para jogar basquete. Com preconceito, por achar que o esporte era apenas praticado por meninas, começou a fazer natação. Por problemas de adaptação, o menino deixou o esporte aquático e foi praticar basquete.

Ao se destacar durante os treinos de basquete que praticava no Sesi de Paratibe, Kiko foi chamado para fazer parte da Associação Desportiva de Deficientes Físicos de Pernambuco  (ADDF-PE).

Atualmente, Kiko mora com sua esposa e uma filha de dois anos e três meses. Tem vida normal e não pensa em largar o esporte por nada. “Eu mesmo tinha discriminação da minha deficiência. Tinha vergonha mesmo. E o basquete me fez superar vários traumas e medos que eu trazia desde criança. O basquete só me trouxe coisa boa. Tudo o que tenho ganhei praticando o basquete. Já viajei para vários lugares e conheci muitas pessoas. Não sei o que seria de mim sem este esporte”, diz emocionado.

O basquetebol em cadeira de rodas é um esporte que garante agilidade, equilíbrio, força muscular e coordenação motora para quem o pratica, além de inclusão e inserção na sociedade. Infelizmente a prática de um esporte não é acessível para todos os deficientes. Por necessitar de adaptações, o custo de praticar um esporte adaptado pode ser muito alto. E pessoas como Kiko, sem condições financeiras, precisam se esforçar muito para seguir em frente.

Como hoje ele faz parte de uma associação, conseguir patrocínio (e/ou pedir ao governo) fica mais fácil. As cadeiras de rodas utilizadas pelos atletas foram doadas, mas qualquer dano que sofram fica por conta do atleta. Diante desta dificuldade, Kiko resolveu voltar a estudar. Fez vários cursos, inclusive de soldador, no Senai, para se profissionalizar e ele mesmo confeccionar as cadeiras usadas por ele e seus companheiros.

Ele diz: “Senti uma necessidade de ajudar de alguma forma. Aprendi e agora não dependemos das migalhas do governo”. As cadeiras fabricadas por ele ainda são utilizadas apenas para os treinos. Em jogos oficiais, os instrumentos devem seguir um padrão para não desfavorecer os outros jogadores.

Outra vitória para Kiko é que além de jogador, ele também se tornou mecânico de cadeiras. Viaja pelo Brasil inteiro realizando as manutenções dos equipamentos. O atleta e mecânico já viajou para Mogi das Cruzes, em São Paulo e para Manchester, na Inglaterra, para pôr em prática a sua nova especialidade.

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